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sexta-feira, 6 de setembro de 2013

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Geografia


Com amor, da minha querida, adorável e amada Elizabeth Bishop

E ah, como adoro encontrar passagens perdidas de poemas que você identifica na primeira página qualquer de um livro que sempre te encarou na estante!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

sábado, 20 de julho de 2013

terça-feira, 16 de julho de 2013

Oh, alma miserável


                                                                         Ainda em transe

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Holà


é o mais gatinho do cinema. Amém.

sexta-feira, 22 de março de 2013

...E o amor chegou a Cannes


Paul e Joanne, as melhores personificações do mais primário dos sentimentos no Cinema. Lindo, lindo, lindo!

quinta-feira, 14 de março de 2013

Meu amorzinho,


Sissy Spacek, sua lindinha! (1977)

domingo, 16 de dezembro de 2012

Thanks, Van



"Tryin' to remember
All the wild night breezes
In your mem'ry ever
And ev'rything looks so complete
When you're walkin' out on the street
And the wind catches your feet
Sends you flyin', cryin'
Wild night is calling, alright
Wild night is calling"

sábado, 24 de novembro de 2012

A corrente


Fleetwood Mac por Norman Seeff, 1979

O nível de fofura dessa foto... Stevie e John, pf!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Solar

Porque não basta ser só bela e talentosa,


                                                       tem que ser Anna Karina.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Muito azul


e Monica Vitti!

sábado, 1 de setembro de 2012

Diane Keaton e a arte do sorriso

Tão engraçado e belo quanto qualquer cena desse filme maravilhoso que é Annie Hall (!), é o sorriso da Diane Keaton. É tão maroto e inesquecível que às vezes confunde a atriz com a própria personagem... Quem nunca viu a Diane em outros filmes, ouviu sua risada e imediatamente se lembrou da cena da lagosta?




segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Like the color when the spring is born


Como vou começar?

Tá. Foi em 2007, se não me engano. Abri um livro qualquer numa livraria quando me deparei com uma foto quase azul, queimando em amarelo, uma moça linda com um cigarro na mão, brincos, um colar, batom vermelho... Tudo que eu pensava quando insistia em olhar para a foto era pedir: "Não, Joni, por favor, não me olhe assim. Não me olhe assim".

Sim, ela não olha diretamente para o fotógrafo, muito menos para você, mas e daí? Naqueles meus dias de azul índigo, on a lonely road and traveling, traveling, traveling e com canções que me marcavam como tatuagens, essa foto da Joni Mitchell me falava mais alto que qualquer palavra de pesar/amor/desamor dita pela minha mais justa consciência. Pode parecer muito estranho, mas a Joni me machucava naquela época, apontando o dedo pra mim, foi só um alarme falso. Era uma dor "confortante", só para esclarecer. Eu estava começando a ver que tudo podia ser doce, mas também muito amargo.

O que contribuiu mais para o meu "pedido de súplica", foi o fato de, no livro, a foto ter sido conectada ao álbum Blue (1971), tão constante no meu som quanto a minha preocupação em tirar boas notas na escola. Pelo cabelo da Joni (?) e sua aparência, é óbvio que a foto não data do começo da década, mas do período 1974-1976, época de seu boom na indústria musical com o fabuloso Court and Spark - dá até para ouvir sua "nova" voz característica desse álbum, agora rouca e um pouco grave, mas ainda belíssima, no momento em que você olha para a foto.

Contudo, essa imagem - talvez por causa do livro - vai me ficar para sempre marcada como a foto do Blue, a foto do cigarro e do vinho de "The Last Time I Saw Richard", as rosas carmim, a voz da minha canção de ninar envolvida em névoa, cafés escuros, andarilha da chuva. E quando olho pra imagem, não imagino a Joni cantando "Raised On Robbery" ou "Free Man In Paris", mas as palavras alegres  tristes de "All I Want" para uma plateia ainda em estado de êxtase por ver aquele anjo dourado e de lábios vermelhos com um cigarro na mão cantar (ok, ela não está  tocando seu saltério dos apalaches na foto, mas whatever). 

E, no momento em que ela professa com seu piano, bem no finalzinho do show, "only a phase/these dark cafe days" e olhar para todo mundo, qualquer um vai saber o que ecoa na mente da pessoa ao seu lado: "Não Joni, por favor, não me olhe assim. Não me olhe assim".

Contudo, eu olho, todos nós olhamos para ela.

Olhamos para aquela foto, para aquele sorriso. 

Olhamos para aqueles olhos. 

E, acima de tudo, olhamos para aquela música que sai deles.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Os filmes da minha vida (II)


Sindicato de Ladrões (On the Waterfront, dir: Elia Kazan, 1954)

terça-feira, 19 de junho de 2012

Um dia,


todas nós seremos como você, Romy Schneider

sábado, 9 de junho de 2012

O jeito


Jeanne Moreau de ser

sábado, 14 de abril de 2012

Doisneau, Paris e o Amor









Os grandes amores são fortes. Os grandes amores são testemunhas do fim do que não deveria ser, o júbilo imerso no abismo do inconsciente.

Os grandes amores são altos, os corações que caminham na descoberta do mundo.

Os grandes amores se distribuem em suspiros abafados, palavras curtas, adeus e saudações, crônicas de vidas anunciadas;

Os grandes amores carregam o humor do verão, as carícias cortantes do inverno, a força e também a fragilidade de uma primavera. Mas nunca a efemeridade de um outono.

Os grandes amores te roubam a consciência do estar no mundo, devolvem o aviso silente das horas preenchidas em mãos fechadas. 

Os grandes amores são estados de graça.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

I cry their names


Numa vibe tão McQueen e Dunaway today...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012