Melhor filme
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013
sábado, 20 de julho de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
sexta-feira, 22 de março de 2013
...E o amor chegou a Cannes
Paul e Joanne, as melhores personificações do mais primário dos sentimentos no Cinema. Lindo, lindo, lindo!
quinta-feira, 14 de março de 2013
domingo, 6 de janeiro de 2013
O continente
"Uma Mulher Para Dois era filmado de longe, em espaço e tempo, então os choques dolorosos eram amortecidos. Em As Duas inglesas e o Amor, eu quis que o público sentisse as emoções dos personagens, se possível até fisicamente. Se não tenho vergonha de dizer que gostaria o público chorasse ao vê-lo é que os atores realmente choraram enquanto o faziam"
François Truffaut (1971)
Eu senti todas essas emoções, aquelas que chegam de repente como erupções do mais cruel dos vulcões, querido Truffaut.
E as sinto até hoje...
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
sábado, 1 de setembro de 2012
Diane Keaton e a arte do sorriso
Tão engraçado e belo quanto qualquer cena desse filme maravilhoso que é Annie Hall (!), é o sorriso da Diane Keaton. É tão maroto e inesquecível que às vezes confunde a atriz com a própria personagem... Quem nunca viu a Diane em outros filmes, ouviu sua risada e imediatamente se lembrou da cena da lagosta?
sexta-feira, 13 de julho de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
sábado, 9 de junho de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
A Resposta
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Vinho sagrado
terça-feira, 6 de setembro de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Risonha e carinhosa
"A mulher é apaixonada, a atriz é apaixonante.
Todas as vezes que a imagino a distância não a vejo lendo um jornal, mas um livro, pois Jeanne Moreau não faz pensar no flerte, mas no amor.
Ao contrário de tantos atores e atrizes que só conseguem atuar em conflitos e tensões a ponto de às vezes confundir concentração com os campos de sinistra lembrança, Jeanne Moreau fica à vontade num ambiente de trabalho risonho e carinhoso, que ela contribui para criar e que ajuda a preservar mesmo quando se trata de projetar emoções fortes."
Todas as vezes que a imagino a distância não a vejo lendo um jornal, mas um livro, pois Jeanne Moreau não faz pensar no flerte, mas no amor.
Ao contrário de tantos atores e atrizes que só conseguem atuar em conflitos e tensões a ponto de às vezes confundir concentração com os campos de sinistra lembrança, Jeanne Moreau fica à vontade num ambiente de trabalho risonho e carinhoso, que ela contribui para criar e que ajuda a preservar mesmo quando se trata de projetar emoções fortes."
François Truffaut (1981)
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