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domingo, 16 de junho de 2013

Mea Culpa



Me perdoa por me deixar sucumbir ao fracasso e te guardar na minha memória pequena;

Me perdoa por achar que te amaria em homenagens medíocres expostas em palavras ainda mais fracas;

Me perdoa por querer juntar minha afeição à tua felicidade em celulóide quando na verdade era o meu medo que me guiava;

Me perdoa por tentar te admirar, te compreender, te misturar aos meus sonhos;

Me perdoa por desejar viver em função da tua obra;

Me perdoa

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Holà


é o mais gatinho do cinema. Amém.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

domingo, 6 de janeiro de 2013

O continente




"Uma Mulher Para Dois era filmado de longe, em espaço e tempo, então os choques dolorosos eram amortecidos. Em As Duas inglesas e o Amor, eu quis que o público sentisse as emoções dos personagens, se possível até fisicamente. Se não tenho vergonha de dizer que gostaria o público chorasse ao vê-lo é que os atores realmente choraram enquanto o faziam"

                                                                                                                          François Truffaut (1971)

Eu senti todas essas emoções, aquelas que chegam de repente como erupções do mais cruel dos vulcões, querido Truffaut.

E as sinto até hoje...

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

80 coups

6 de fevereiro de 1932: parabéns, François Truffaut!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Risonha e carinhosa


"A mulher é apaixonada, a atriz é apaixonante.

Todas as vezes que a imagino a distância não a vejo lendo um jornal, mas um livro, pois Jeanne Moreau não faz pensar no flerte, mas no amor.

Ao contrário de tantos atores e atrizes que só conseguem atuar em conflitos e tensões a ponto de às vezes confundir concentração com os campos de sinistra lembrança, Jeanne Moreau fica à vontade num ambiente de trabalho risonho e carinhoso, que ela contribui para criar e que ajuda a preservar mesmo quando se trata de projetar emoções fortes."

François Truffaut (1981)

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Fire

Julie Christie no set de Fahrenheit 451 (1966), de François Truffaut